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Cinco pontos para entender a eleição 2026 em Campo Maior

Já nos primeiros meses do ano, a pauta política tende a ser marcada pelas definições de parte dos vereadores da base do prefeito Joãozinho Félix

 

O ano de 2026 começou e, com ele, as definições para a eleição estadual entram de vez no radar político. Em Campo Maior, conversas iniciadas ainda no ano passado tendem a ganhar corpo, acordos devem sair do papel e, como de costume, não estão descartadas as surpresas de última hora que marcam todo processo eleitoral.

O DIÁRIO preparou cinco pontos para o leitor ficar atento e começar o ano decisivo entendendo os principais movimentos que envolvem a eleição de 2026.

1. Candidatos da terra

Após décadas de disputas acirradas entre candidatos locais à Assembleia Legislativa — marcadas pelas rivalidades entre os grupos Carboreto x Cesar Melo e Joãozinho Félix x Paulo Martins —, Campo Maior deve ter apenas Dogim Félix na corrida por uma vaga de deputado estadual.

O surgimento de candidaturas locais de menor expressão eleitoral, no entanto, não está descartado.

2. Situação ou oposição

Dogim Félix chega a 2026 diante de duas decisões estratégicas.

A primeira é definir se sobe no palanque da oposição, liderada por Ciro Nogueira, ou da situação, comandada pelo governador Rafael Fonteles.

A segunda passa pela filiação partidária: permanecer no Progressistas ou migrar para o MDB. Nos bastidores, cresce a avaliação de que o campomaiorense deve seguir para a sigla emedebista.

3. Quem é quem

Já nos primeiros meses do ano, a pauta política tende a ser marcada pelas definições de parte dos vereadores da base do prefeito Joãozinho Félix que ainda não confirmam apoio a Dogim.

O prefeito deve entrar em campo para tentar segurar a maior parte desses aliados e, ao mesmo tempo, preservar a maioria governista no Legislativo municipal.

4. Quem dá mais

Entre os aliados do governo em Campo Maior, a disputa é para saber quem entrega mais votos para deputado estadual e federal.

Vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas concorrem entre si por espaço na máquina administrativa e por maior influência junto ao Palácio de Karnak, em caso de um novo governo de Rafael Fonteles.

5. 2028 é logo ali

A eleição de 2026 não se resume a 2026. Para quem pretende buscar protagonismo no pleito municipal de 2028, este ano é decisivo.

Quem sonha com o Palácio das Carnaúbas precisa mostrar força eleitoral; já quem almeja uma cadeira na Câmara Municipal deve aproveitar o momento para formar grupos, ampliar alianças e manter acesa a chama do eleitorado.

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